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Coronavírus em Indaiatuba

Gustavo de Paula
Por Gustavo de Paula,
CEO e Fundador da Asset School e criador do método de ensino Asset.
Publicado em 17 de março de 2020

Indaiatuba investiga mais 2 casos suspeitos de coronavírus; cidade monitora 3 pacientes no total

Duas mulheres, de 31 e 41 anos, voltaram recentemente de viagens do exterior. Casos só são oficialmente reconhecidos como suspeitos após confirmação do estado que, entretanto, só tem informado detalhes de pacientes que testam positivo.

Indaiatuba (SP) investiga mais dois casos suspeitos do novo coronavírus, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (11) pela Prefeitura. Uma mulher, de 41 anos, que voltou recentemente de Dubai apresentou os sintomas da doença. O outro caso é uma paciente de 31 anos que trabalha em uma empresa aérea e retornou dos Estados Unidos. As duas pacientes foram atendidas pela rede particular e estão em isolamento domiciliar.

A Secretaria de Saúde do município também investiga outro caso suspeito desde segunda-feira (9). Uma mulher, de 33 anos, voltou de viagem por Israel e Estados Unidos no dia 5, teve quadro gripal, passou por atendimento em um hospital particular em Salto (SP) e está em isolamento domiciliar em Indaiatuba.

Casos só são oficialmente reconhecidos como suspeitos após confirmação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo que, no entanto, só tem informado detalhes de pacientes que testam positivo para o Covid-19.

Saiba Mais Sobre Coronavirus

  1. O que é o coronavírus?

Coronavírus é o nome de uma grande família de vírus que tem uma estrutura em formato de coroa, conhecida desde 1960. Eles causam infecções respiratórias e já provocaram outras doenças, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers).

A doença causada pelo novo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Ela foi descoberta no final de dezembro de 2019, na China. A primeira morte foi registrada em 9 de janeiro.

  1. Como é a transmissão?

Por meio de três formas:

  • Por vias respiratórias, pelo ar e por gotículas provenientes de espirros e da fala de indivíduos infectados;
  • Por contato físico, quando essas gotículas com o vírus alcançam mucosas do olho, nariz e boca por meio de beijos e abraços;
  • Por meio do contato de superfícies contaminadas, quando essas gotículas com o vírus ficam depositadas em locais como um corrimão ou uma maçaneta, e depois entram em contato com mucosas do olho, nariz e boca.
  1. Quais são os sintomas da doença causada por coronavírus?

Tosse seca, febre e cansaço são os principais sintomas, mas alguns pacientes podem sentir dores no corpo, congestionamento nasal, inflamação na garganta ou diarreia.

Nos casos mais graves, que geralmente ocorrem em pessoas que já apresentam outras doenças associadas, há síndrome respiratória aguda e insuficiência renal.

  1. Como prevenir o coronavírus?

Higienizar as mãos e superfícies, como móveis e corrimão, são as principais formas de se prevenir contra o novo coronavírus. Mesmo com as mãos limpas, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca. Além disso, é preciso limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado.

O uso de máscaras é mais recomendado para quem estiver em contato com alguém com sintoma gripal ou para quem for viajar para áreas de risco de contaminação. Vale lembrar que as máscaras descartáveis devem ser trocadas a cada duas horas.

O Ministério da Saúde alerta também para que não seja feito o compartilhamento de itens pessoais, como talheres e toalhas. Também é recomendável manter a uma distância mínima de um metro de pessoas que estejam espirrando ou tossindo.

Coronavirus in English

Agora, segue um artigo em inglês de como se precaver contra o coronavírus, pois ao passo que você se cuida, poderá aproveitar para estudar inglês também:

 

How to Protect Yourself from the New Coronavirus

Follow these simple precautions to reduce your chances of contracting the new coronavirus, which causes the disease known as COVID-19.

Since the December outbreak in Wuhan, China, the new coronavirus has spread rapidly, with more than 118,000 confirmed cases in 114 countries as of early March. According to the Centers for Disease Control and Prevention (CDC), the virus that causes the disease known as COVID-19 seems to be spreading in the community in certain affected geographic areas. As with any virus, however, there are simple steps you can take to protect yourself.

Know the signs

The symptoms of infection for the new coronavirus are often similar to those of other respiratory virus infections, such as influenza. Symptoms can include fever, cough, or shortness of breath. Most people will only have mild symptoms, but some can become very sick. When person-to-person spread has occurred with other novel coronaviruses that caused diseases such as Middle East Respiratory Syndrome (MERS), it is thought to have happened mainly via respiratory droplets produced when an infected person coughs or sneezes, similar to how influenza and other respiratory pathogens spread. Spread of MERS and SARS has generally occurred between people in close contact.

“The means of transmission is similar: through respiratory droplets produced when a person coughs or sneezes, or by direct physical contact with an infected person, such as shaking hands,” says Dr. David Goldberg, internist and infectious disease specialist at NewYork-Presbyterian Medical Group Westchester and an assistant professor of medicine at Columbia University Vagelos College of Physicians and Surgeons.

If you think you may have been exposed to a person with COVID-19 and have symptoms, before going to a doctor’s office or emergency room, call ahead and tell them about your symptoms and any recent travel. You can also utilize a virtual care platform, such as NewYork-Presbyterian’s NYP OnDemand, to meet with a healthcare professional by video conference. Depending on the severity of your symptoms, your doctor will determine whether or not you need to come in to be evaluated. Avoid contact with others and wear a face mask if you need to leave your home when you are sick.

 

Keep things clean

Preventative measures are your first line of defense. The best way to protect yourself from COVID-19 is to practice good hygiene and to make these CDC recommendations part of your routine:

Wash your hands often with soap and water for at least 20 seconds, especially after going to the bathroom; before eating; and after blowing your nose, coughing, or sneezing.

If soap and water are not readily available, use an alcohol-based hand sanitizer with at least 60% alcohol. Always wash hands with soap and water if hands are visibly dirty.

Avoid touching your eyes, nose, and mouth with unwashed hands.

Avoid close contact with people who are sick.

Stay home when you are sick.

Cover your cough or sneeze with a tissue, then throw the tissue in the trash and wash your hands. If you don’t have a tissue, cough or sneeze into your elbow, rather than into your hands.

Clean and disinfect frequently touched objects and surfaces.

Visit the CDC for guidelines on how to properly wash your hands and use hand sanitizer. (Yes, there’s plenty of science behind this basic habit.)

 

What about face masks?

You may have noticed a growing number of people out and about with their faces covered, but the CDC does not currently recommend the use of face masks among the general public.

As noted above, face masks should be used by people who show COVID-19 symptoms to help prevent the spread of the disease to others. The use of face masks is also crucial for health workers and people who are taking care of someone in close settings (at home or in a health care facility).

 

Plan your travel accordingly

The CDC recommends avoiding all nonessential travel to mainland China, Iran, South Korea, and Italy. Older adults and those with chronic medical conditions should consider postponing nonessential travel to Japan. “For people at risk for the complications of COVID-19, such as those with underlying medical conditions or those who are older, it may be prudent to avoid any long-distance travel,” says Dr. Goldberg.

Keep in mind, layovers at airports in these destinations also count. If a layover is unavoidable, the CDC recommends that travelers not leave the airport. Travelers with layovers may still be subject to screening and monitoring when entering the United States.

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